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Novo videoclipe de Aíla denuncia abusos contra a mulher

#NãoVouCalar

Aíla. Foto: Júlia Rodrigues

Dados recentes relacionados à violência contra a mulher dão conta que doze mulheres são assassinadas todos os dias, em média, no Brasil. São ao menos 4.473 homicídios dolosos (quando há intenção de matar), sendo 946 feminicídios, ou seja, quando a mulher é morta por crime de ódio motivado pela condição de gênero.

Outro dado alarmante que envolve as mulheres são os números relacionados ao assédio sexual, que representam 38% dos casos, perdendo apenas para a violência sexual (47%).

Esses abusos e violências sofridas diariamente por mulheres de norte a sul do país estão evidenciado no novo trabalho da cantora e compositora Aíla. O videoclipe #NãoVouCalar está disponível nas plataformas digitais como forma de protesto pelos retrocessos em políticas ameaças por bandeiras partidárias no Brasil.

No vídeo, a dançarina Ciça de Cecília, integrante da Cia. Sansacroma, protagoniza uma performance vigorosa e solitária em meio às ruínas, corporificando um grito coletivo.

Na canção, Aíla denuncia o abuso que todos os dias vítima e assombra mulheres “na lotação, no esbarrão, na encoxada, arrocha pra ir e pra vir”. “A maioria de nós já sentiu na pele o medo, a repulsa, a agonia, de enfrentar o transporte coletivo na hora do rush. Mas não queria replicar cenas de violência no vídeo – quis usar a performance como grito, uma espécie de ‘dança de libertação’”, conta Aíla.

O clipe #NãoVouCalar é um cinco vídeos que integram o disco “Em Cada Verso Um Contra-Ataque”, segundo álbum da carreira da paraense.

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Autor admin

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