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Atores paraenses levam alegria a crianças com câncer

O “sorriso terapia” atua em hospitais de Belém e da Região Metropolitana

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O grupo em uma das oficinas. Foto: divulgação

Muito mais do que um nariz vermelho, um jaleco branco e um rosto pintado, os atores paraenses idealizadores do projeto “Sorriso Terapia”, são os responsáveis por levar esperança e alegria às crianças em tratamento contra o câncer em hospitais de Belém e da Região Metropolitana, há cerca de cinco anos.

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O ator Silvio Sá, idealizador do projeto. Foto: divulgação

O projeto teve inicio a partir da experiência do ator Silvio Sá, em um similar no estado de São Paulo (SP): “aqui em Belém já existiam grupos fazendo o projeto, só que a diferença em relação a esse é que buscamos um cunho não só pedagógico, mas cientifico. Em nossos relatórios semanais buscamos extrair informações que irão servir para o estudo do comportamento do paciente e do familiar. Muitas vezes a gente encontra crianças que respondem maravilhosamente a interação, outras que não respondem com gestos, mas com sorrisos”.

Jefferson Cartilho e o ator Igor Malcher. Foto: divulgação
Jefferson Cartilho e o ator Igor Malcher. Foto: divulgação

O ator e produtor, Jefferson Cartilho, conheceu o projeto em uma oficina, ministrada na faculdade em que estuda e foi sensibilizado pela iniciativa, que já realiza há seis meses: “é como se eu estivesse pego um tapa na cara ao me deparar com essa realidade. Muitas vezes reclamamos da vida e ela não é nada diante a realidade daquelas crianças. Quando vemos o sorriso nos rostos delas, criamos forças para continuar nossa missão”.

 

CAPACITAÇÃO

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O grupo “Sorriso Terapia” em frente a um dos hospitais visitados. Foto: divulgação

Enganam-se quem pensa que qualquer pessoa pode fazer as visitas aos hospitais. Segundo Silvio Sá, antes é necessário passar por capacitações, entre outras, de situações hospitalares e do controle emocional, com orientações tanto teatral, quanto psicológica e terapêutica: “procuramos passar as pessoas que as oficinas não só de teatro ou de formação de palhaço, mas acima de tudo capacitar o aluno para a realidade que irá enfrentar. Não somos animadores, e sim, estudantes científicos afim de oferecer uma nova possibilidade de recuperação. A gente não salva vidas, mas oportuniza e mostrar que há um novo caminho, além do se entregar”.

Autor admin

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1 Comentário

  1. Nossa, que legal!!! 🙂

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